Vídeo promocional de Wario Land Shake it, da Nintendo. Infelizmente tá sem código para incluir aqui no site, mas é interessante ver que até no youtube já está se tornando necessário buscar um diferencial.
É… acabou que os anúncios do Jerry Seinfeld foram substituídos por esse aqui, em que várias pessoas assumem “ser um PC” (I’m a PC), em resposta à famosa campanha I’m a Mac da Apple (Que, honestamente, já cansou né). Esse novo vídeo da Microsoft é até bacana, bem publicitário, mas possui aquele estilo “cada um na sua, com alguma coisa em comum” (lembram-se?), que, também, já não tem nada de mais.
O que me intriga é: o que faz você pagar US$10 milhoes de dólares para Jerry Seinfeld e decidir não continuar com seus anúncios? Até agora o motivo mais apontado é a repercussão negativa que os anuncios geraram, principalmente na blogosfera em que a Microsoft foi duramente criticada por fazer as propagandas sem sentido, por tentar alcançar um status “cool” que não condiz com a empresa (até o Seth Godin criticou!) e, claro por tentar imitar a Apple (esse foi o mais comum entre os comentários dos blogs. Cara, eu amo como essa empresa virou religião)
Honestamente? Eu acho que os comerciais com o Seinfeld estavam indo muito bem. O segundo comercial, principalmente, era uma história divertida, um bom passatempo cuja única relação com a Microsoft era o Bill Gates e a assinatura no final. Eles geraram bastante buzz, tanto negativo quanto positivo. Acho que no final das contas os resultados seriam vantajosos para a Microsoft, mas ela errou ao ceder à pressão “popular” inicial, pois esse tipo de resistência é comum, as pessoas criam representações fortes das marcas em suas mentes e qualquer mudança é sempre recebida com receio. As pessoas gostam de confirmar sua visões e valores, não confrontá-los.
Não acho que a Microsoft deveria tentar se tornar uma nova Apple, é impossível, só digo que comerciais que geram buzz, exposição de marca e ao mesmo tempo são por si só uma experiência agradável têm um potencial muito grande de diminuir a imagem negativa da Microsoft, não necessariamente tornando-a cool. Ao “escutar” o público, a Microsoft cedeu à força sempre presente nas manifestações coletivas que tende à mediocridade e criou um anúncio, que por melhor que seja (não acho ele ruim, de maneira nenhuma), não consegue ser marcante, por ser uma fórmula comum, já usada por milhares de grandes empresas.
Fazer o que né… o público (diz que) gosta…. vamos esperar para ver.
Bem, esse foi um grande achado na Internet. Eu tive que ligar para Canoinhas só para ter certeza que não era uma piada ou a vingança de alguém realmente puto com a FIAT. Eu imagino a história: Fernando, Ubaldo, Cristina e Karen, 4 irmãos, resolveram montar uma concessionária FIAT, na falta de originalidade, colocaram suas iniciais.
Em momentos como esse eu me pergunto porque gasto tanto neurônio divagando sobre naming. Se todo mundo seguisse a mesma linha de pensamento que eu, o mundo seria um lugar muito menos divertido sem pérolas como essa.
Cavucando a Net: minha nova seção diário-semanal de dicas de sites no mundo, espero continuar atualizando com frequência.
(Atenção, esse site provavelmente se extinguirá em breve, assim que chamar a atenção dos lordes negros do Copyright)
O site MyGazines é, no mínimo, controverso em vários sentidos: antes de mais nada é um site em que os usuários mandam versões escaneadas de revistas para todos lerem em uma simpática interface em flash, então é bem possível imaginar que algumas editoras por aí estão bem incomodadas com isso.
Mas o que mais me intriga é a idéia de se transportar a experiência de leitura no suporte em papel para a Internet (dá para passar páginas e tudo), será que a familiaridade das pessoas com a mídia tradicional é um ponto forte o suficiente para transformar esse tipo de interação em algo atrativo? Em geral o conteúdo das revistas já está presente na Internet antes mesmo delas saírem, com maior interatividade, vídeos, etc; logo, não é esse o atrativo. Será que é a simples idéia de pirataria? Curiosidade?
Eu não sei, mas eu gosto do site, principalmente para ver os anúncios impressos que rolam ao redor do mundo, diagramação, etc. E, como não poderia deixar de ser, já tem muito conteúdo brasileiro lá (por um acaso, foi onde descobri a tal da Mônica Adolescente, q fiasco).
A Microsoft lançou seu segundo comercial com a presença do ator Jerry Seinfeld e, apesar de todas as críticas (sim, eu sei quem vocês são, Fanboys da Apple), eu achei esse segundo vídeo realmente divertido.
Meu Deus, será que essa campanha está surtindo efeito? Será que em alguns anos as pessoas virão a Microsoft como uma marca simpática? O mundo está acabando….
Após ter seu poster censurado pela MPAA (Grande e maligna instituição que rege a indústria cinematográfica americana) devido a um excesso de conservadorismo da instituição (o poster da esquerda. Não vejo problema nenhum), o diretor Kevin Smith Resolveu brincar com a situação e lançou um poster novo (o da direita, que diz: Seth Rogens & Elizabeth Banks fizeram um filme tão excitante que só podemos mostrar esse desenho), fazendo uma piada em cima da censura.
Kevin Smith, assim como a EA no vídeo do Tiger Woods nos mostram como hoje a Internet pode transformar um problema em uma boa oportunidade de mídia espontânea, basta estar atento.
Em uma tentativa de mudar sua percepção no mercado devido ao atual crescimento da Apple e o fiasco do Windows Vista (30% dos compradores de PC nos EUA fizeram um “downgrade” do vista pro XP), a Microsoft está começando uma nova campanha e o primeiro filme é esse aí em cima, com o ator Jerry Seinfeld e Bill Gates.
É bom ver que a Microsoft está começando a entender que vender somente função é algo que está há muito ultrapassado, mas acredito que ela esteja um pouco atrasada e, por favor, alguém entendeu esse vídeo??
Eu, honestamente, prefiro muito mais o Bill Gates no vídeo de sua aposentadoria.
[Mais um Post q escrevi originalmente para o Widgy]
Uma pesquisa lançada recentemente pelo Synovate e republicada pelo eMarkerter mostra que 58% dos adultos ao redor do mundo não sabem o que é uma rede social. Além disso, uma alta porcentagem de pessoas (36%) admitiu estar perdendo interesse nas redes sociais das quais já participa.
O Brasil aparece com somente 9,6% da população como usuários de redes sociais (Claro que há uma “pequena” distorção, pois não foram considerados os menores de 18 anos, grande público do Orkut).
Não é preciso nem dizer que aqui no Widgy eu e o Diego somos grandes defensores das redes sociais, mas uma pesquisa como essa é interessante para nos fazer pensar um pouco sobre o assunto:
Se somente 9,6% da população brasileira é usuária de redes sociais, temos um potencial de crescimento enorme em vista, o que é algo que já presenciamos na Internet com o lançamento quase diário de novas redes sociais. Quase todo mundo que entende de redes sociais sabe disso, mas os número globais de perda de interesse nas redes atuais nos alertam para algo que já tenho reparado há um tempo: o fenômeno das redes sociais, por mais que seja muito novo e ainda tenha muito espaço para crescer, já está sofrendo de uma crise de “commodity”: “social” já ficou muito genérico e todo mundo acha que é só fazer uma rede a la Orkut, Facebook ou MySpace já é garantia de sucesso.
Essa crise é muito interessante, pois mostra que o mundo das redes sociais alcançou rapidamente sua pré-adolescencia e agora quem quiser se dar bem nessa área terá que levar em conta que o mercado já não é o mesmo. Questões como nichos de mercado (cauda longa, alguém?), qualidade, diferenciação, identificação, etc; deverão estar cada vez mais presentes nesse mundo.
Logo, qual será o futuro de nossas redes sociais? Será que existe alguma nova tendência surgindo no horizonte?